Quem somos - Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil - OFM

Fraternidade Santo Antônio

Paróquia Nossa Senhora Aparecida

Rua Paris, 150 – Itoupava Norte
CEP. 89052-510
Blumenau – SC
Tel. (47) 3323-3236

A FRATERNIDADE:
Frei Nelson José Hillesheim: guardião, reitor, pároco e ecônomo
Frei José Bertoldi: vigário paroquial
Frei Pascoal Fusinato: vigário paroquial e animador do SAV local
Frei Rozântimo Antunes Costa: vigário paroquial

Casa de Encontros São José

Tel.: (47) 3378-1155
Rua Henrique Conrad, 1256
Vila Itoupava
CEP 89095-300

Expediente:

Secretaria:

Terça à sexta-feira: 8h às 11h30 e 14h às 16h
Sábado: 8h às 11h30

Missas:
Segunda a sábado: 19h
Quarta-feira: 16h30 – Missa da Saúde
Quarta-feira: 19h
Domingos: 9h e 19h

Confissões, atendimento e bênçãos: Todos os dias no horário do expediente paroquial

Atendimento a quatro comunidades:
São João Maria Vianey
São João Batista
São José
Santa Maria

História

Os franciscanos em Blumenau
Blumenau – várzea florida – é o nome duma colônia próspera, às margens do Rio Itajaí e seus afluentes. Conserva o nome de seu fundador que, a 2 de setembro de 1850, com 17 imigrantes alemães fixou residência na imensa mata virgem. Depois de muito trabalho e privações, em 1860, pôde entregar ao governo uma colônia, predominantemente formada por protestantes. Calculava-se, na época, 70 famílias protestantes para 10 a 15 católicas. De 1874 a 1876, a vinda de imigrantes italianos, tiroleses e poloneses, diminuiu esta vantagem. A 24 de dezembro de 1876, o primeiro vigário da colônia, que chegara em setembro do mesmo ano, benzeu a igreja paroquial, construída à custa do governo, na sede, atual cidade de Blumenau, havendo no perímetro urbano apenas cinco famílias católicas.

Pe. José Maria Jacobs, um ex-redentorista nascido na Renânia, naturalizado norte-americano e ordenado sacerdote em Baltimore, nos EUA, transformou a primeira capela de madeira, na praça da Matriz, em escola e inaugurou-a a 16 de janeiro de 1877. Ao pequeno estabelecimento deu o nome de “Colégio de São Paulo”, onde reuniu as 16 primeiras crianças, filhas de colonos católicos dispersos na região. Além de usufruírem do ensino primário, esses alunos recebiam instrução religiosa preparatória para a Primeira Comunhão.

Em 1879, Pe. Jacobs inaugurou o curso complementar e, cinco anos mais tarde, lançou os fundamentos de um edifício escolar mais amplo.

A queda da monarquia e o advento da República trouxeram ao vigário sérias dificuldades, já que ele era um confesso admirador do regime anterior, além de ser amigo do Conde D’Eu, o padrinho do seu colégio.

Presença franciscana a partir de 1892
Cansado e doente, transferiu a paróquia, o colégio e todos os seus haveres pessoais aos franciscanos. Frei Estanislau Schaette conta como foi: “No 2º domingo da Quaresma, dia 13 de março de 1892, pouco depois das 9 horas, os três franciscanos – Frei Amando Bahlmann, Frei Zeno Walbroehl e Frei Lucínio Korte – fizeram parar as suas mulas, à porta da casa paroquial. A “madame” Murphy, idosa viúva de um irlandês dilacerado por um tigre a 9 de novembro de 1879, em sua choupana na Itoupava, passou a gerir a casa e cozinha do vigário, sendo seus dois filhos excelentes estudantes no ‘Colégio S. Paulo’; pois bem, a viúva nunca tinha visto frades franciscanos. Quando descobriu os primeiros à porta da canônica, foi pressurosa procurar o vigário, dizendo a volta alta: ‘Chegou visita de três pessoas; não sei se são homens ou mulheres’. O Pe. Jacobs adivinhou de que se tratava e recebeu os missionários com viva alegria. A 22 de maio, realizou-se a solene entrega dos cargos, ficando fr. Zeno vigário da paróquia e diretor do Colégio. Na festa do Corpo de Deus, a 16 de junho, quando a procissão do Santíssimo Sacramento começava a sair da Matriz, o vapor fluvial punha-se em movimento, levando a bordo o heróico vigário Pe. José Maria, esgotado e alquebrado, para o porto marítimo de itajaí, para depois prosseguir para o Rio de Janeiro, onde faleceu”.

O Colégio São Paulo sob a gerência franciscana recebeu o novo título de Colégio Santo Antônio.

Em 1º de maio de 1895, chegaram de Pernambuco os alunos do Colégio Seráfico, que preparou candidatos para a Ordem Franciscana. Em 1920, no dia do jubileu de prata, mostrou a matrícula de 25 anos: 302 alunos, dos quais 88 se tornaram clérigos e 10 irmãos leigos. Até princípios de 1923, funcionou em Blumenau esse período da formação, para depois se mudar para Rio Negro.

A construção do novo cartão postal da cidade
A igreja, que tinha sido construída em 24 de dezembro de 1876, passou por várias reformas e chegou a ser ampliada por uma nave transversa, o que aumentou a capacidade em quase 50%. Mas estava pequena na década de 50 para a população de Blumenau.

A única solução somente podia ser uma construção nova e mais ampla. Existia, porém, um sério obstáculo a remover: o morro antigo cemitério paroquial. Segundo relata Frei Valdemar do Amaral, em dezembro de 56, “este morro era o responsável pela situação da atual igreja, muito perto da rua 15 de novembro, que passa uns sete metros mais abaixo; também já havia prejudicado o alinhamento da capela do Convento, obrigando a construção a estreitar-se para os fundos. Não seria possível demolir a igreja antiga antes que a nova já pudesse ser usada; além disso a construção nova deveria ficar um pouco mais retirada da rua. Antes de mais nada, tinha o morro de desaparecer. Desde longa data já vinha sendo cavado no referido morro, mas o trabalho era árduo, pois não havia apenas terra, mas blocos de pedra e estratificações irregulares em diversos graus de formação e dureza. O trabalho exigia o emprego constante de picareta e alavanca; só em parte e com moderação podia ser feito uso de explosivos, assim mesmo arriscando as vidraças e o telhado da capela do Convento e das demais construções. Foi o Rev. Pe. Frei Joaquim Orth que, durante sua estada aqui como guardião e vigário, resolveu retomar definitivamente o trabalho de arrasamento do morro. Comprou um caminhão próprio para transporte de terra e contratou uma turma de operários, que trabalhavam ativamente desde 1º de julho de 1949 até dezembro de 1951. Finalmente, a 16 de fevereiro de 1953 foi retirado o último caminhão de entulho”.

A nova matriz foi consagrada no dia 25 de janeiro de 1958, festa da Conversão de São Paulo Apóstolo, que sob este título é o padroeiro da paróquia e da matriz. A estrutura da construção é inteiramente de cimento armado; contudo foram conservadas internamente duas fileiras de colunas para dar vida e movimento ao ambiente. As paredes são revestidas, no interior e no exterior, por grossas lajes de granito róseo, o que dá a impressão de uma obra maciça de pedra. As imagens de Nossa Senhora, Cristo crucificado, São José e o Cordeiro Pascal, esculpidas em cedro por Gotfried Thaler, incorporam-se à fachada principal. Seu interior contém vitrais com belos efeitos de luminosidade e coloração. Possui uma imponente torre com sinos eletrônicos.

A nova diocese de Santa Catarina
O papa João Paulo 2º criou a diocese de Blumenau através de decreto no dia 19 de abril de 2000, nomeando como primeiro bispo Dom Angélico Sândalo Bernardino, de 67 anos. A nova diocese, a 10ª criada em Santa Catarina, formou-se do desmembrando 18 paróquias de Joinville, cinco de Florianópolis e duas de Rio do Sul. Dom Angélico assumiu no dia 24 de junho de 2000, mas os frades continuaram na Matriz até 2003. Em seguida, os frades passaram a atender a Paróquia de Nossa Senhora Conceição, em Vila Nova, onde ficaram até o dia 31 de outubro de 2007. No mesmo dia, mudaram-se para Paróquia Santo José, onde permaneceram até o dia 23 de janeiro de 2010. Desde esta data estão no Santuário Nossa Senhora Aparecida.

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O SANTUÁRIO

A primeira capela de Nossa Senhora Aparecida foi fundada em 1953. Antes disso, as Missas eram celebradas em uma escola. No início, a comunidade foi atendida pelos Frades Franciscanos da Paróquia São Paulo Apóstolo. A vida espiritual teve início com o atendimento religioso regular, administração dos sacramentos e a fundação de Movimentos como a Legião de Maria ainda em 1953, ao mesmo tempo que já se faziam promoções e campanhas para angariar fundos visando a construção da nova igreja.

Pelo constante crescimento do bairro Itoupava Norte e pelos insistentes pedidos de Frei Francisco Freise, o bispo de Joinville, Dom Gregório Warmeling, criou a Paróquia aos 8 de maio de 1965 e, no dia 12 de outubro de 1997, foi criado e instalado o Santuário Nossa Senhora Aparecida, por Dom Orlando Brandes.

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